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Consórcio, financiamento ou investir?

Quatro rotas para o mesmo bem: o custo total de cada uma e quando o bem chega na sua mão.

R$ 300.000
R$ 20 milR$ 2M
R$ 60.000
R$ 0R$ 300.000
10 anos
1 ano15 anos

Rota mais barata

Investir e comprar à vista

R$ 129.467 no total · R$ 579/mês

Diferença para a mais cara

R$ 363.952

Investir e comprar à vista vs. Financiamento

Parcela mais leve

R$ 579

por mês, na rota investir e comprar à vista

Prazo comparado

120 meses

10 anos nas quatro rotas

Projeção da rota escolhida

investir e comprar à vista · bem só no fim, em 120 meses

RotaParcela / aporteTotal desembolsadoCusto sobre o bem
Investir e comprar à vistaentrada rendendo 0,90% a.m. + aportesR$ 579R$ 129.467R$ 170.533
Financiamento1,10% a.m. sobre R$ 240.000 financiadosR$ 3.612R$ 493.419+R$ 193.419
Consórcio18% de taxa + 2% de fundo · entrada como lanceR$ 2.500R$ 360.000+R$ 60.000
Carta contempladacarta com 20% de ágio · bem imediatoR$ 3.000R$ 420.000+R$ 120.000

Aviso legal: A entrada entra como lance no consórcio, abate do valor financiado no financiamento e rende desde o primeiro mês na rota de investir. Simulação simplificada: não considera reajuste anual da carta, seguro prestamista nem custos cartoriais. O consórcio não tem juros, mas só entrega o bem na contemplação — aqui estimada no fim do plano, sem lance. A carta contemplada entrega de imediato em troca do ágio; o ágio de mercado varia e deve ser confirmado na proposta. Simulação de caráter educacional, baseada nas premissas informadas por você. Não constitui recomendação, oferta ou promessa de rentabilidade. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. A Aplicação Certa atua como assessoria de investimentos nos termos da Resolução CVM 178.

Como funciona essa conta

As quatro rotas comparadas no mesmo prazo

Comparar consórcio com financiamento pelo valor da parcela é o jeito mais rápido de tomar a decisão errada. As parcelas têm prazos diferentes, embutem custos diferentes e entregam o bem em momentos diferentes — três variáveis que a comparação de parcela esconde.

A conta correta fixa o prazo e compara o desembolso total das quatro rotas: juntar o dinheiro investindo e comprar à vista, financiar e pagar juros, entrar num consórcio e pagar taxa de administração até ser contemplado, ou comprar uma carta contemplada com ágio. E, ao lado do custo, mostra quando o bem efetivamente chega na sua mão.

Consórcio não tem juros, mas não é de graça

A propaganda do consórcio está tecnicamente correta: não há juros. O que há é taxa de administração, tipicamente de 15% a 25% do valor do bem diluída ao longo do plano, mais fundo de reserva e seguro. Num consórcio de R$ 300 mil com 20% de taxa, são R$ 60 mil de custo — que num financiamento apareceriam como juros e todo mundo reconheceria como custo.

A diferença real está no risco e no tempo. No consórcio, você não sabe quando será contemplado, salvo se der um lance. No financiamento, você tem o bem no primeiro dia. Para quem já mora de aluguel, cada mês a mais de espera é aluguel pago — e esse custo precisa entrar na conta.

Quando financiar é a decisão financeiramente correta

Se a taxa do financiamento for menor que o rendimento líquido que o seu dinheiro obtém investido, financiar e manter o capital aplicado sai na frente. Foi o que aconteceu com boa parte dos financiamentos imobiliários contratados em períodos de taxa baixa e mantidos em períodos de Selic alta.

A comparação precisa ser feita no líquido: a taxa do financiamento é um custo certo, e o rendimento do investimento é incerto e tributado. Comparar 10% a.a. de financiamento com 12% a.a. bruto de CDI é enganoso — o CDI líquido de IR pode não chegar lá.

Conteúdo e premissas revisados em .

Perguntas frequentes

Consórcio ou financiamento: qual sai mais barato?

Depende da taxa de administração do consórcio, da taxa de juros do financiamento e de quando você precisa do bem. Em geral, o consórcio tem custo total menor que o financiamento em cenários de juros altos, mas entrega o bem depois — e o custo de esperar (aluguel, por exemplo) frequentemente inverte o resultado.

Consórcio vale a pena?

Vale para quem não tem pressa de receber o bem, tem disciplina de pagamento e conseguiria uma taxa de financiamento ruim. Não vale para quem precisa do bem agora, nem para quem conseguiria investir o dinheiro a um rendimento líquido superior à taxa do financiamento disponível.

Qual a taxa de administração média de um consórcio?

Entre 15% e 25% do valor da carta, diluída ao longo do plano, mais fundo de reserva e seguro prestamista. É o equivalente funcional dos juros do financiamento, e deve ser comparada como custo.

Vale a pena comprar uma carta de crédito contemplada?

A carta contemplada resolve o problema do tempo — você tem o crédito imediatamente — em troca de um ágio pago ao cedente, tipicamente de 10% a 25% do valor. Faz sentido quando o ágio é menor que o custo dos juros do financiamento equivalente pelo mesmo prazo. Exige atenção redobrada com a formalização da cessão junto à administradora.

É melhor financiar o imóvel ou usar o dinheiro que tenho investido?

Se o rendimento líquido dos seus investimentos for consistentemente maior que a taxa do financiamento, manter o dinheiro investido e financiar tende a ser melhor. Se for menor, comprar à vista economiza. A comparação precisa ser feita no líquido de imposto, e o resultado muda conforme a Selic.

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Um assessor da Aplicação Certa monta a estratégia com os produtos e prazos adequados ao seu perfil.

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