Comparador de cartões

Melhor cartão de crédito: compare 16 cartões premium e black

Anuidade, pontos, cashback e sala VIP viram um número só: quanto cada cartão devolve por ano para quem gasta e investe o que você gasta e investe.

R$ 8.000
R$ 0R$ 50 mil
R$ 1.500
R$ 0R$ 20 mil
R$ 300 mil
R$ 0R$ 5 mi
R$ 25 mil
R$ 0R$ 100 mil
6 por ano
Nenhuma30

A sala ilimitada de Mastercard Black no Brasil vale só em GRU. Fora dela, esses cartões contam apenas os acessos avulsos.

Vários cartões deixam você escolher entre os dois. A simulação usa a opção que você marcar aqui.

Melhor cartão para o seu perfil · C6 Bank Carbon

R$ 2.924 por ano

Átomos: 77.476 pontos por ano · Isenta com R$ 50.000 investidos

Recompensas no ano

R$ 2.324

Átomos: 77.476 pontos por ano

Anuidade que você pagaria

R$ 0

Isenta com R$ 50.000 investidos

Salas VIP cobertas

4 de 6

Valem R$ 600 no ano

Saldo anual por cartão

recompensas + sala VIP − anuidade, para R$ 114.000 de gasto no ano

Ranking completo

em reais por ano · toque no cartão para abrir a comparação critério a critério

Saldo anual de cada cartão de crédito premium e alta renda para as premissas informadas, com anuidade, recompensas, salas VIP e devolução de IOF.
CartãoAnuidadeRecompensasSala VIPIOFSaldo
1ºC6 Bank CarbonisentaR$ 2.324R$ 600R$ 2.924
2ºBTG Pactual BlackisentaR$ 1.461R$ 600R$ 410R$ 2.471
3ºItaú Personnalité Visa InfiniteisentaR$ 1.992R$ 300R$ 2.292
4ºSantander UniqueisentaR$ 1.992R$ 300R$ 2.292
5ºItaú Personnalité Mastercard BlackisentaR$ 1.992R$ 0R$ 1.992
6ºXP Visa InfiniteisentaR$ 1.140R$ 600R$ 1.740
7ºC6 Bank Mastercard BlackisentaR$ 1.660R$ 0R$ 1.660
8ºBradesco Prime Visa InfiniteisentaR$ 1.328n/dR$ 1.328
9ºNubank UltravioletaisentaR$ 1.140R$ 0R$ 1.140
10ºBTG Pactual PlatinumisentaR$ 1.063R$ 0R$ 1.063
11ºInter PlatinumisentaR$ 684n/dR$ 684
12ºBradesco Prime Visa SignatureisentaR$ 664R$ 0R$ 664
13ºNubank Gold / PlatinumisentaR$ 0R$ 0R$ 0

Arraste a tabela para o lado para ver as colunas de sala VIP e saldo.

Ainda fora do seu alcance

o que falta para você poder pedir cada um

  • Inter WinExige R$ 1.000.000 investidos
  • Santander UnlimitedExige renda de R$ 30.000/mês
  • XP LegacyExige R$ 1.000.000 investidos

Critério a critério

escolha até 4 cartões · o que não vira número, mas decide a escolha

Comparação critério a critério dos cartões selecionados: elegibilidade, anuidade, recompensas, salas VIP, acompanhantes, adicionais, concierge, material, bandeira, IOF e seguro viagem.
CritérioC6 BankCarbonItaú PersonnalitéMastercard BlackXPVisa Infinite
ElegibilidadeExcelenteAnálise de crédito, isenção com R$ 50 mil investidosPadrãoSer cliente PersonnalitéExcelenteA partir de R$ 5.000 investidos
Anuidade e isençãoÓtimoR$ 1.176, isenta com R$ 8 mil de gastos ou R$ 50 mil investidosÓtimoR$ 1.056, isenta com R$ 10 mil de gastos ou R$ 50 mil investidosExcelenteGrátis para sempre
RecompensasExcelenteAté 3,5 pontos por US$ (Átomos), não expiramÓtimoAté 3 pontos por US$, não expiramÓtimoAté 1% de Investback
Salas VIP (titular)Condicional4 acessos/ano (DragonPass) + ilimitado em GRUFracoIlimitado só em GRU (Mastercard Black)Excelente2 a 4 acessos/ano (DragonPass)
AcompanhantesCondicionalPode usar os 4 acessos com acompanhantesPadrãoNão especificadoÓtimo1 por acesso, descontado do saldo
Cartões adicionaisÓtimoAté 6 gratuitosÓtimoAté 6 gratuitosExcelenteAté 6 gratuitos
ConciergeÓtimoMastercard BlackÓtimoMastercard BlackÓtimoVisa Concierge
MaterialPadrãoPlásticoPadrãoPlásticoPadrãoPlástico
BandeiraPadrãoMastercard BlackPadrãoMastercard BlackPadrãoVisa Infinite
IOF especialFracoNãoFracoNãoFracoNão
Seguro viagemÓtimoSim (Mastercard)ÓtimoSim (Mastercard)ÓtimoSim (Visa)
DiferencialPontuação agressiva, regras de isenção acessíveis, C6 TagRelacionamento com o Itaú PersonnalitéInvestback, fast pass em GRU, ecossistema XP
Por que a anuidade quase nunca decide: com R$ 114.000 passando no cartão por ano, a diferença de recompensas entre o primeiro e o último colocado deste ranking é de R$ 2.324 — quase sempre maior que qualquer anuidade da tabela. Quem escolhe cartão pelo preço da anuidade costuma economizar a parte pequena e abrir mão da grande.
Cartão não é investimento. Nenhum programa de pontos compensa juros de fatura rotativa, que no Brasil passam de 400% ao ano: se a fatura não é paga integralmente todo mês, o saldo deste ranking vira irrelevante. E a anuidade só some enquanto a condição de isenção se mantiver — dinheiro investido no banco para zerar anuidade precisa render, no mínimo, o que renderia em outro lugar. Vale conferir antes de deixar patrimônio parado por causa de um cartão.

Aviso legal: Condições de anuidade, isenção, pontuação e salas VIP conferidas em 14 de setembro de 2026 a partir de informações públicas dos emissores, e podem ser alteradas por eles a qualquer momento. A pontuação por dólar é convertida pela cotação que você informou; o valor do ponto e o preço de uma entrada de sala VIP são premissas suas, não cotações de mercado. Cartões com sala VIP citada sem número de entradas aparecem como “n/d” e não pontuam no ranking. A Aplicação Certa não emite cartões, não intermedia a concessão de crédito e não recebe dos emissores por esta comparação. Simulação de caráter educacional, baseada nas premissas informadas por você. Não constitui recomendação, oferta ou promessa de rentabilidade. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. A Aplicação Certa atua como assessoria de investimentos nos termos da Resolução CVM 178.

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Como funciona essa conta

Melhor cartão de crédito não é uma propriedade do cartão

Toda lista de "melhor cartão de crédito" na internet erra pelo mesmo motivo: ela responde uma pergunta que não tem resposta única. O cartão que devolve mais dinheiro para quem gasta R$ 3 mil por mês e nunca entra em sala VIP não é o mesmo que devolve mais para quem gasta R$ 20 mil, viaja seis vezes por ano e tem meio milhão investido. São dois cartões diferentes, e nenhum ranking estático consegue dizer os dois ao mesmo tempo.

O comparador acima faz a conta na outra direção. Você informa quanto gasta no Brasil e no exterior, quanto tem investido, quantas vezes entra numa sala VIP por ano e se prefere pontos ou cashback. Ele então calcula, para cada um dos 16 cartões, quanto sobra no fim do ano: recompensas mais salas VIP cobertas, menos a anuidade que você realmente pagaria depois das regras de isenção. Um número só, na mesma moeda, para todos.

O resultado costuma surpreender em duas direções. Cartões com anuidade de R$ 1.176 aparecem no topo, porque a isenção por investimento os deixa de graça e a pontuação é agressiva. E cartões famosos por serem gratuitos aparecem no fim, porque não devolvem nada — grátis e inútil é uma combinação comum no mercado brasileiro de cartões.

Anuidade não é custo: é preço de entrada, e quase sempre é zero

A anuidade é o número que mais aparece em propaganda de cartão e o que menos importa na decisão. Dos 16 cartões comparados aqui, quatro são gratuitos para sempre e dez zeram a anuidade por investimento ou por gasto. Na prática, quem tem patrimônio investido na instituição quase nunca paga anuidade nenhuma — e por isso comparar cartões pelo preço de tabela leva sistematicamente à escolha errada.

As regras de isenção seguem três formatos. O primeiro é o degrau por investimento: manter um valor aplicado na instituição e a cobrança some — R$ 20 mil no C6 Black, R$ 50 mil no Itaú Personnalité, no Santander Unique, no Nubank Ultravioleta e no C6 Carbon, R$ 150 mil no Bradesco Prime Signature, R$ 250 mil no Bradesco Prime Infinite, R$ 3 milhões no XP Legacy. O segundo é o degrau por gasto mensal, de R$ 5 mil a R$ 40 mil conforme o cartão. O terceiro, usado pelo BTG, é contínuo: cada R$ 1.000 gastos no mês ou R$ 10.000 investidos abatem R$ 10 da mensalidade, até zerar.

Há uma armadilha nesse desenho, e ela é cara. Deixar R$ 50 mil parados num banco só para zerar uma anuidade de R$ 1.056 equivale a aceitar um rendimento pior nesse dinheiro em troca de R$ 88 por mês. Se o produto onde esse valor fica rende 2 pontos percentuais a menos do que renderia em outro lugar, a "isenção" custa R$ 1.000 por ano — o preço da anuidade que ela deveria eliminar. Antes de mover patrimônio por causa de cartão, vale rodar a conta do que aquele dinheiro renderia livre.

Pontos, milhas ou cashback: como comparar duas moedas diferentes

Metade dos cartões premium paga em pontos, a outra metade em cashback, e vários deixam você escolher. Comparar os dois exige transformar ponto em real, e é exatamente aí que a maioria das comparações escorrega — porque o valor do ponto não é um número oficial, é uma premissa.

A régua do mercado é o milheiro: quanto valem mil pontos quando transferidos para um programa aéreo e usados numa passagem. No Brasil esse valor circula entre R$ 20 e R$ 40 o milheiro, ou seja, entre R$ 0,02 e R$ 0,04 por ponto, dependendo do programa, das promoções de transferência bonificada e da sua disciplina para usar. O simulador abre esse controle em "Ajustar premissas": vale mexer, porque dobrar o valor do ponto reordena metade do ranking.

A segunda pegadinha é a régua da pontuação. Quase todos os cartões brasileiros pontuam por dólar gasto, não por real — uma compra de R$ 515 com o dólar a R$ 5,15 vale 100 dólares de pontuação. Um cartão que dá 3,5 pontos por dólar paga, com o ponto a R$ 0,03, cerca de 2% do que você gastou. Um que dá 1 ponto por dólar paga 0,58%. É por isso que a diferença entre o melhor e o pior programa da tabela, num gasto anual de R$ 100 mil, passa de R$ 1.500 por ano — folgadamente mais que qualquer anuidade.

Cashback e Investback são mais simples de ler, porque já vêm em reais: 1% é 1%. O Investback da XP tem uma diferença de destino — o valor volta como saldo investido na corretora, não como crédito na fatura, o que muda a natureza do benefício de desconto para aporte. Para quem já investe, dá no mesmo com uma vantagem: o dinheiro entra onde ele rende.

  • Pontos por dólar: converta pela cotação para chegar ao percentual real do gasto. 3 pontos/US$ com ponto a R$ 0,03 e dólar a R$ 5,15 equivalem a 1,75% do que você gastou.
  • Cashback: o número já é o percentual. 1,2% é 1,2%, creditado na fatura.
  • Investback: mesmo cálculo do cashback, mas o valor volta investido em vez de abater a fatura.
  • Pontos que não expiram (Itaú, C6, Santander) valem mais na prática do que pontos com validade, porque você espera a promoção de transferência em vez de gastar com pressa.

Sala VIP: onde os comparativos de cartão mais enganam

Acesso ilimitado a salas VIP é o benefício mais anunciado e o menos entendido dos cartões premium. A palavra "ilimitado" aparece em quase todos, mas ela quase nunca significa a mesma coisa, e a diferença vale centenas de reais por ano.

Os cartões Mastercard Black brasileiros — Nubank Ultravioleta, Itaú Personnalité Black, C6 Black — oferecem acesso ilimitado apenas nas salas do programa em Guarulhos. Quem embarca por Congonhas, Galeão, Salvador, Porto Alegre ou Confins não tem esse benefício. Já os cartões com LoungeKey ou Visa Airport Companion em modo ilimitado — XP Legacy, Inter Win, Santander Unlimited — valem em centenas de salas no mundo inteiro. Por isso o simulador pergunta se você voa por GRU: a resposta muda o valor do benefício de zero para tudo.

A outra distinção esquecida é o acompanhante. Vários cartões dão dois ou quatro acessos por ano ao titular e descontam o acompanhante do mesmo saldo — na prática, duas viagens a dois consomem quatro acessos. Outros dão convites separados: o XP Legacy inclui 12 convidados por ano, o Santander Unlimited, 8. Para quem viaja acompanhado, esse detalhe vale mais que a diferença de pontuação entre os dois cartões. É por isso que o controle da ferramenta pede o total de entradas do ano contando acompanhantes, e não o número de viagens.

Dois cartões da tabela citam sala VIP sem divulgar quantas entradas por ano — o Inter Platinum e o Bradesco Prime Visa Infinite. Eles aparecem como "n/d" na coluna e não pontuam no ranking, porque estimar esse número seria inventar. Se sala VIP é decisivo para você, confirme a quantidade com o emissor antes de decidir por esses dois.

Como ter um cartão black e o que muda da linha premium para a alta renda

As duas linhas da tabela respondem a portas de entrada diferentes. Na linha premium, a qualificação costuma ser modesta: R$ 5 mil investidos na XP, análise de crédito no Nubank e no C6, renda de R$ 4 mil no BTG. São cartões que a maior parte das pessoas com renda de classe média alta consegue hoje, e vários deles não custam nada.

Na linha de alta renda, a conversa muda. XP Legacy e Inter Win exigem R$ 1 milhão investidos na instituição. Santander Unlimited pede renda acima de R$ 30 mil por mês. Itaú Personnalité e Bradesco Prime exigem que você seja cliente do segmento antes de falar de cartão. As exceções são C6 Carbon e Nubank Ultravioleta, que passam por análise de crédito e zeram a anuidade com R$ 50 mil investidos — as portas mais acessíveis para um cartão de metal no Brasil.

O que se ganha subindo de linha, na prática, é pontuação maior por dólar, salas VIP realmente ilimitadas, mais convidados e concierge de verdade. O que se paga são anuidades que vão de R$ 588 a R$ 4.200 e condições de isenção proporcionalmente mais duras. Para quem gasta pouco no cartão, subir de linha é pagar caro por benefício que não será usado — o ranking mostra isso com clareza quando você reduz o gasto mensal no simulador.

Vale um aviso sobre cartão de metal, que virou objetivo em si para muita gente. Quatro cartões da tabela são metálicos — XP Legacy e Nubank Ultravioleta entre os comparados aqui — e o metal não muda benefício nenhum. É peso na mão e som na maquininha. Se o metal é o critério, é legítimo; só não confunda com retorno financeiro, porque a coluna do saldo anual não sabe do que o cartão é feito.

O que o ranking não mede — e que ainda assim decide

Três coisas ficam fora do número e aparecem na tabela critério a critério, porque não têm preço público. A primeira é o concierge: todos os cartões premium oferecem algum, mas há uma distância real entre um telefone que faz reserva de restaurante e o concierge reconhecido pela Forbes Travel Guide do XP Legacy. Quem usa concierge de verdade sabe quanto isso vale; quem nunca ligou não deveria pagar por ele.

A segunda é o seguro viagem da bandeira, que cobre o titular e costuma cobrir dependentes em viagens internacionais. Ele existe em praticamente todos os cartões da linha premium e é, para a maioria das famílias, o benefício mais subutilizado da carteira — muita gente compra seguro viagem avulso tendo cobertura melhor no cartão que já tem no bolso.

A terceira é o relacionamento. Cartão Personnalité, Prime ou Win não é um produto isolado: é a ponta visível de uma relação bancária inteira, com taxas, atendimento e acesso a produtos que não cabem numa tabela de cartão. Às vezes vale aceitar um cartão pior porque a relação ao redor dele é melhor. Às vezes é o contrário, e o cartão é a isca de uma relação cara — que é a razão de esta ferramenta existir num site de assessoria de investimentos, e não num site de cartões.

Por fim, o lembrete que nenhum comparativo deveria omitir: nada disso sobrevive a uma fatura rotativa. Os juros do crédito rotativo no Brasil passam de 400% ao ano. Um mês de rotativo em R$ 5 mil consome, sozinho, mais do que o melhor cartão da tabela devolve em um ano inteiro. O primeiro requisito de qualquer estratégia de pontos é pagar a fatura cheia, todo mês, sem exceção.

Conteúdo e premissas revisados em .

Perguntas frequentes

Qual é o melhor cartão de crédito premium em 2026?

Não existe um só: depende de quanto você gasta, de quanto tem investido e de quantas vezes usa sala VIP. Para quem tem pouco investido e quer custo zero, o XP Visa Infinite lidera, por ser gratuito para sempre a partir de R$ 5 mil investidos e ainda dar Investback e acessos DragonPass. Para quem gasta bastante e tem R$ 50 mil aplicados, C6 Carbon e Santander Unique costumam devolver mais, porque a anuidade zera e a pontuação por dólar é bem maior. O simulador acima ordena os 16 para os seus números.

Qual o melhor cartão de crédito para milhas?

Entre os comparados aqui, os que mais pontuam por dólar são o Santander Unlimited e o C6 Carbon, ambos com até 3,5 pontos por dólar, seguidos pelo XP Legacy, também com 3,5, e pelo Itaú Personnalité, com até 3. C6 e Itaú têm uma vantagem prática relevante: os pontos não expiram, o que permite esperar promoções de transferência bonificada em vez de gastar com pressa. Com o ponto valendo R$ 0,03 e o dólar a R$ 5,15, 3,5 pontos por dólar equivalem a cerca de 2% de retorno sobre o que você gastou.

Como ter um cartão black?

Há dois caminhos. O de patrimônio: R$ 1 milhão investidos na instituição abre XP Legacy e Inter Win; R$ 30 mil no BTG abrem o BTG Black; R$ 50 mil em Itaú Personnalité ou C6 dão acesso com anuidade isenta. O de renda: R$ 15 mil por mês no BTG, R$ 30 mil no Santander Unlimited. Nubank Ultravioleta e C6 Carbon são as portas mais acessíveis, porque passam por análise de crédito comum e zeram a anuidade com R$ 50 mil investidos.

Vale a pena pagar anuidade de cartão de crédito?

Vale sempre que as recompensas e as salas VIP usadas somarem mais que a anuidade — e, para quem gasta acima de R$ 8 mil por mês, isso costuma acontecer com folga. Um cartão com anuidade de R$ 1.176 e 3,5 pontos por dólar devolve cerca de R$ 2.300 por ano num gasto de R$ 114 mil, contra R$ 660 de um cartão gratuito que pague 1 ponto por dólar. O erro comum é o inverso: escolher pelo preço da anuidade e abrir mão de um retorno várias vezes maior.

Qual cartão de crédito dá sala VIP ilimitada de verdade?

XP Legacy (Visa Airport Companion), Inter Win (LoungeKey) e Santander Unlimited oferecem acesso ilimitado em salas no mundo todo. Já o "ilimitado" dos cartões Mastercard Black brasileiros — Nubank Ultravioleta, Itaú Personnalité Black e C6 Black — vale apenas nas salas do programa em Guarulhos; fora de GRU esses cartões contam somente acessos avulsos, quando têm. Para quem viaja acompanhado, conta também o convidado: o XP Legacy inclui 12 convites por ano e o Santander Unlimited, 8.

Quanto vale 1 ponto de cartão de crédito em reais?

Não há valor oficial — é uma premissa sua. A referência de mercado é o milheiro, o preço de mil pontos, que no Brasil circula entre R$ 20 e R$ 40, ou seja, R$ 0,02 a R$ 0,04 por ponto. O valor efetivo depende do programa de destino, das promoções de transferência bonificada e de você realmente usar os pontos. O simulador usa R$ 0,03 por padrão e deixa o controle aberto em "Ajustar premissas", porque essa escolha muda o ranking.

O que é o Investback do cartão XP?

É o cashback da XP com um destino diferente: em vez de abater a fatura, o valor volta como saldo investido na sua conta da corretora. O XP Visa Infinite devolve até 1% das compras e o XP Legacy até 1,75%, com percentuais maiores em categorias específicas e em compras internacionais. Para quem já investe, o efeito prático é o mesmo de um cashback — com a diferença de que o dinheiro entra onde rende, em vez de sumir na fatura do mês seguinte.

Qual cartão fica isento de anuidade investindo?

A maioria. Com R$ 20 mil, o C6 Black zera. Com R$ 50 mil, zeram Itaú Personnalité (Infinite e Black), Santander Unique, Nubank Ultravioleta e C6 Carbon. Com R$ 150 mil, o Bradesco Prime Visa Signature; com R$ 250 mil, o Bradesco Prime Visa Infinite; com R$ 3 milhões, o XP Legacy. O BTG usa uma regra contínua: R$ 10 de desconto na mensalidade a cada R$ 10 mil investidos. Vale checar se o dinheiro parado ali rende o que renderia em outro lugar — a isenção pode custar mais que a anuidade.

Qual a diferença entre Visa Infinite e Mastercard Black?

São as bandeiras topo de linha de cada rede, com pacotes de benefícios parecidos: concierge, seguro viagem e acesso a salas VIP. A diferença prática no Brasil está nas salas: o benefício ilimitado dos Mastercard Black vale só em Guarulhos, enquanto os programas ligados a Visa Infinite nos cartões de alta renda (Visa Airport Companion) costumam valer em salas no mundo todo. Fora isso, o que decide não é a bandeira, e sim o emissor: anuidade, regra de isenção e taxa de pontuação.

Quais cartões de crédito são de metal no Brasil?

Entre os comparados aqui, XP Legacy e Nubank Ultravioleta têm corpo metálico. O metal não altera nenhum benefício — não muda pontuação, anuidade, sala VIP nem concierge. É acabamento, e é legítimo querer; só não deve ser confundido com retorno financeiro na hora de escolher.

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