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Investimentos para empresários: o caixa da empresa rendendo e o seu dinheiro separado

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A situação típica

O empresário passa o dia resolvendo a empresa. Vendas, equipe, fornecedor, imposto. O dinheiro que sobra fica onde estiver mais à mão: na conta da empresa, numa aplicação automática do banco, num CDB que paga 100% do CDI ou menos. Raramente alguém sentou para separar o que é caixa operacional, o que é reserva e o que é patrimônio pessoal.

O resultado é um patrimônio grande que rende pouco e não tem forma. O caixa da pessoa jurídica e o da pessoa física se misturam: a empresa paga despesas da família, a família cobre aperto da empresa, e ninguém sabe dizer quanto cada lado tem de verdade. Quando aparece um imprevisto, falta liquidez justamente onde ela era necessária.

Muitas vezes, uma parte relevante do patrimônio também está em imóveis e na própria empresa, o que deixa a sucessão e a renda futura dependentes de bens difíceis de transformar em dinheiro.

As três dores que mais pesam

O caixa da empresa fica parado, rendendo menos que o CDI.

Conta corrente, aplicação automática com saldo mínimo e CDB abaixo de 100% do CDI são práticos, mas custam caro ao longo de um ano. A diferença entre deixar parado e organizar em camadas de liquidez é dinheiro que a empresa deixa na mesa.

Meu dinheiro e o da empresa estão misturados.

Sem separação, fica impossível saber quanto a empresa precisa ter de reserva e quanto é patrimônio seu. E a mistura tem efeito no imposto: o que é investido pela PJ e pela PF tem tributação diferente.

Tenho patrimônio em imóveis e pouca liquidez.

Imóveis e participação na empresa valem muito, mas não pagam uma despesa urgente. Sem reserva financeira, qualquer aperto vira crédito caro.

O que o Raio-X examina no seu caso

No caso de quem tem empresa, o Raio-X olha os dois lados da conta e como eles se conversam:

  • Quanto o caixa da empresa rende hoje comparado ao CDI, e quanto dele precisa estar disponível amanhã, em 30 dias e em um ano.
  • Quanto você paga na carteira pessoal, inclusive os custos embutidos.
  • Quanto da carteira pessoal tem liquidez, e se existe uma reserva separada da empresa.
  • O que está travado e quando fica livre.
  • Quanta renda o patrimônio financeiro gera hoje, sem contar a empresa.
  • Se o risco da carteira combina com o fato de que a sua renda já depende do risco do seu negócio.

O prazo a gente combina no primeiro contato, conforme o tamanho da carteira. Antes de qualquer conversa, veja como somos remunerados.

Perguntas frequentes sobre investimentos para empresários

Onde o empresário deve investir o caixa da empresa?

Depende de quando o dinheiro vai ser usado. O caixa operacional fica em liquidez diária; reservas de médio prazo podem ir para títulos com vencimentos escalonados. A combinação certa sai do fluxo de caixa da empresa.

CDB a 100% do CDI é um bom investimento para empresa?

Pode ser, para a parte que precisa de liquidez. Para reservas que ficam paradas por meses, costuma haver alternativas que pagam mais com risco parecido. Lembre que a pessoa jurídica não tem as isenções da pessoa física, como LCI e LCA.

Como separar o patrimônio pessoal do da empresa?

Começa definindo quanto a empresa precisa ter de caixa e reserva. O que passar disso vai para o sócio de forma organizada, com o contador, e é investido num plano próprio da pessoa física.

O Raio-X olha a carteira da empresa também?

Pode olhar as duas. Você conta o que a empresa e a pessoa física têm, ou envia os extratos, e a gente mostra o resultado numa reunião online. É gratuito e você não precisa transferir nada.

Quer saber se a sua carteira foi montada para você?

Peça o Raio-X da Carteira: uma segunda opinião gratuita e online. A gente mostra quanto você paga, o que está travado, quanto rende comparado ao CDI e quanta renda a carteira gera hoje. Você não precisa transferir nada.

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