Situação ilustrativa, baseada em casos comuns no mercado. Os detalhes foram alterados e não descrevem uma pessoa específica.
Décadas de trabalho e investimentos feitos no escuro, pela indicação do banco
A situação
Uma professora universitária aposentada, de 66 anos, juntou perto de R$ 700 mil ao longo de três décadas. Sempre fez o que o gerente sugeriu: um plano de previdência contratado nos anos 2000, dois fundos de renda fixa, um título de capitalização renovado todo ano e o restante na poupança.
Ela nunca tinha visto, lado a lado, quanto cada produto rendeu comparado ao CDI. Quando viu, os fundos tinham taxa de administração acima de 1,5% ao ano, a previdência cobrava ainda mais, e o título de capitalização, que ela tratava como investimento, devolvia menos do que foi pago. Agora ela precisa de renda para completar a aposentadoria, e a carteira não foi montada para isso.
Como se chega a ela
Confiança na instituição e falta de tempo. Quem trabalha muito delega, e quem delega para um balcão de produtos recebe os produtos daquele balcão. Ninguém mente; só ninguém compara.
O custo não aparece no extrato. Ele está no rendimento menor, ano após ano, e só fica visível quando alguém faz a conta inteira.
O que conferir na sua carteira
- Quanto cada aplicação rendeu nos últimos 12 meses, comparado ao CDI do período.
- A taxa de administração de cada fundo e da previdência.
- Se você tem título de capitalização tratado como investimento.
- Se o plano de previdência admite portabilidade para um plano mais barato.
- Quanta renda mensal a carteira gera hoje, e quanto você precisa.
Quer conferir isso na sua carteira?
Peça o Raio-X da Carteira. A gente olha quanto você paga, o que está travado, quanto da carteira tem liquidez e quanto ela rende comparado ao CDI. É gratuito, online e você não precisa transferir nada.
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